Não é tão comum como acontece com cães, mas de vez em quando vemos alguém passeando com um gato na rua, de coleira e guia. O hábito pode ser saudável para o bichano, ainda mais se ele é preguiçoso ou dorminhoco.

Uma saidinha às vezes pode ser uma solução positiva também para o pet que vive em apartamento, pois geralmente ele tem pouco espaço para explorar no lar e toma pouco sol.

Mas antes de passear com o gato é preciso observar bem e sempre que necessário pedir auxílio a especialistas no assunto. Até mesmo consultar a opinião de um médico veterinário. Isso porque não é todo gato que pode se adaptar a passeios.

O jeito é testar e ir aos poucos, com trajetos curtos e rápidos, em lugares sem muito movimento e também para que o gato se acostume com a guia. A mais recomendada é aquela que envolve o peitoral do animal e não o pescoço.

passear com o gato

Além desse cuidado, é claro que oferecer petiscos para o pet associar o acessório a momentos de prazer pode ser uma estratégia interessante e facilitar todo o processo.

 

Os dois lados – Há quem defenda que passear com o gato é algo positivo e saudável, pois não seria justo deixar o bichinho preso em casa, muitas vezes sozinho – enquanto a família está fora – e com um alimentador automático. O passeio seria um momento de bem-estar para o gato e uma oportunidade para fortalecer os laços com o seu dono.

Porém, há quem lembre que o gato, por instinto, ainda que domesticado, é um caçador nato – uma característica intrínseca da espécie. Resta saber se o seu gato vai curtir essa “rápida liberdade” ou “ficar frustrado” por não poder se aventurar tanto quanto a sua genética exige. Se sair com o seu gato, fique de olho nas reações dele e comente com o veterinário. Bom passeio!

 

Fontes consultadas: saude.abril.com.br/ veja.abril.com.br/ linkanimal.com.br/ cachorrogato.com.br/ www.clicrbs.com.br.