Se você abriu esse artigo, provavelmente o seu bichinho ostenta muitas dobrinhas. Ou, então, você nunca resiste a carinha de ‘pidão’ que ele faz enquanto pede todas as comidas possíveis, certo?

Por mais que pets gordinhos sejam uma gracinha e por mais que aquele pedacinho de carne-chocolate-pão-queijo pareça inofensivo, obesidade em animais é um assunto sério e pode trazer diversas complicações para o seu melhor amigo. Confira abaixo tudo sobre o problema, bem como os principais sinais e dicas para garantir uma rotina saudável ao peludo.

 

Diagnóstico de obesidade em animais

O parâmetro mais utilizado para diagnosticar a obesidade em animais é o Escore de Condição Corporal – ECC, um método em que se avaliam características corporais, baseado na inspeção e palpação da camada de gordura corporal, empregando escalas numéricas de um a nove:

  • 1 a 3: o animal está magro, apresenta ossos da costela e dos quadris bem aparentes. Além disso, o espaço entre o peito e as patas traseiras (reentrância abdominal) é notável.
  • 4 a 6: peso adequado, as costelas não estão aparentes ou aparecem muito pouco, mas é bem fácil percebê-las ao tocá-las. A reentrância abdominal não é tão grande.
  • 7 a 10: cachorro obeso, as costelas não só não aparecem, mas também são difíceis de sentir com o toque. Não há reentrância abdominal.

Parece fácil, mas visto que as raças apresentam características muito diferentes, somente um profissional pode diagnosticar o problema.

Para o mês de abril, o Centro de Saúde Animal Jardins preparou condições especiais em exames para diagnosticar doenças relacionadas à obesidade animal. Agende já sua consulta.

 

Sinais que apontam riscos

Somente médicos veterinários podem diagnosticar obesidade em animais. Mas existem alguns sinais que, se percebidos pelo tutor, podem significar que a saúde do pet precisa de atenção. Confira quais são eles:

  • Cansaço fácil ao tentar andar ou correr;
  • Dificuldade para se levantar e se locomover;
  • Dificuldade respiratória;
  • Sedentarismo.

 

Problemas que podem surgir 

  • Problemas respiratórios;
  • Problemas cardíacos;
  • Aumento do nível de triglicérides;
  • Aumento do nível de colesterol;
  • Pancreatite;
  • Problemas de locomoção;
  • Aumento dos riscos cirúrgicos;
  • Entre outros.

O sedentarismo também é um problema ocasionado pela obesidade em animais e pode trazer danos psicológicos por reduzir a qualidade de vida do bicho.

 

Como tratar e prevenir

Não tem segredo: alimentação equilibrada, acompanhada de exercícios rotineiros são o suficiente para manter o pet no peso ideal.

Mas se seu melhor amigo foi diagnosticado com obesidade canina, é necessário acompanhamento veterinário para estabelecer uma rotina adequada e saudável. O tratamento de obesidade de animais também consiste em dieta, exercícios físicos leves e, em alguns casos, fisioterapia.

Fonte: DogPet